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Diferenças entre make e do

 

Mais uma dica de nossa professora Lisa Cossi.

Em português, uma palavra muito comum é fazer. Este verbo normalmente é traduzido como “to do” ou “to make” em inglês. Muitos brasileiros confundem “do” e “make” quando traduzem uma frase com fazer.

Você consegue traduzir as seguintes frases em inglês?

  • Fazer lição de casa
  • Fazer alguém feliz
  • Fazer a sua parte
  • Fazer um favor

Se pensou em do your homework, make someone happy, do your part, e do a favor, está certo!

Então, qual é a diferença entre “do” e “make?” “To do” envolve uma ação ou fazer com que algo seja feito. Por exemplo: fazer tarefa de casa (do homework), lavar roupa (do laundry), ou lavar as louças (do the dishes). Em cada caso, é uma ação por si só ou algo concluído.

To make” alguma coisa é criar alguma coisa, normalmente com suas mãos. Por exemplo, fazer café (make coffee), anunciar (make an announcement), fazer roupas (make clothes), fazer arte (make art). Em cada caso, antes de ser feita, nenhuma coisa existe. Mas, a expressão “to make” também tem muitos outros significados: fazer amigos (make friends), tomar uma decisão (make a decision), decidir (make up your mind), fazer a cama (make your bed).

Além de se ligar na diferença entre “do” e “make,” você precisa conhecer as outras frases com “fazer” que não se escrevem com do ou make. Abaixo estão algumas expressões comuns que usam “fazer” em português, mas não usam nem do nem make em inglês.

 

Fazer uma reunião…………………. To have a meeting
Fazer compras……………….. To go shopping
Fazer frio / Fazer calor……. To be cold / to be hot
Fazer exercicios………….. To get exercise
Fazer uma festa………………. To have a party; to throw a party
Fazer faculdade……………… To go to college
Faz muito tempo…………….. It’s been a long time since…
Fazer birra ………………. To throw a tantrum

Existem outras frases com “fazer” que te deixam em duvida? Escreva nos comentários!

Cantar ajuda a melhorar o inglês? Com certeza!

Eu sempre falei para meus alunos que cantar ajuda muito a desenvolver habilidades no inglês. Digo isso por experiência própria, pois cantar músicas em inglês e tentar entender a letra foram coisas que me ajudaram, há anos, quando eu ainda estudava sozinha em casa. Eu passava horas ouvindo “Jagged Little Pill” da Alanis até o cd riscar. O encarte estava até gasto, de tanto que eu seguia folhinha por folhinha, música por música (sim, eu sou da era pré Google, that’s how “old” I am!).

Sempre conto o quanto estudar as letras e o vocabulário das músicas me ajudou, e o quanto cantar junto me ajudou mais ainda. Minha pronúncia e minha velocidade ao falar começaram a desenvolver-se, principalmente, por causa de música. Sou grata a Alanis Morissette até hoje por isso!

Apesar desse ser um assunto recorrente em aulas, eu ainda não tinha prova científica a respeito. Ainda não TINHA. Pois recentemente a Language Magazine publicou um artigo sobre um estudo desenvolvido na Universidade de Edinburgh, que mostra que a música pode de fato ajudar, e muito, na maneira de uma pessoa falar um idioma. Nesse estudo, grupos de alunos adultos ouviram frases em húngaro e as repetiram cantando. Outros grupos apenas as repetiram falando.

O teste foi feito em húngaro pois é uma língua muito diferente do inglês. O resultado foi que os grupos que cantaram acabaram falando melhor do que os que apenas falaram. Em alguns testes, os grupos que cantaram tiveram uma performance duas vezes melhor do que aqueles que apenas falaram. Além disso, os que aprenderam cantando conseguiram se lembrar das frases em húngaro com maior precisão do que os outros.

Claro que apenas escutar música não vai fazer com que você aprenda tudo o que precisa. É preciso, sim, estudar e se dedicar. Mas ouvir música – e cantar junto, tentando acompanhar, pode te ajudar com a pronúncia das palavras, as conexões entre elas, e as estruturas da língua. Por isso, podemos dizer que ouvir música em inglês afina seu ouvido linguístico.

Link para a matéria na Language Magazine aqui.

Como são os cursos personalizados da Evolve?

Parece uma bobagem dedicar um post inteiro a algo que parece já estar bem claro. Mas eu sou professora, e eu sei, com meus anos de experiência, que não existe isso de algo ser bem claro. Dúvidas surgem, e o que é claro para Maria, não é claro para José.

Todo curso começa com uma reunião, onde eu avalio o nível de inglês do interessado (ou interessados, no caso de pequenos grupos) e também conversamos sobre a experiência da pessoa com o aprendizado do inglês, onde estudou, se gosta ou não, e, principalmente, quais são os objetivos dela com o curso.

Um curso regular é diferente de um curso de Business, que é diferente de um curso intensivo (sim, temos cursos intensivos!), que é diferente de um curso curtinho para preparação para viagem ou entrevista de emprego (sim, temos esses dois tipos de cursos também!). Saber direito qual é o objetivo da pessoa é essencial, pois é com base nisso que as aulas serão preparadas e que o material será escolhido.

Comentarei aqui as dúvidas mais comuns que surgem nessas reuniões iniciais:

1) No curso personalizado eu decido meu material e as aulas são somente como eu quero?

Não, o material é decidido de acordo com seu perfil e suas necessidades – então podemos dizer que você, de certa maneira, participa da escolha do material, indiretamente. Mas o material é decidido por mim, que sou a coordenadora. E, às vezes, os professores colaboram na escolha também.

As aulas são organizadas, seguem uma ordem lógica, o fato do curso ser personalizado não significa que o professor chega lá e pergunta “O que você quer fazer hoje?” – isso não é nada eficiente, nada produtivo, e não surte muitos resultados. Você pode, certamente, sugerir um texto, uma música, um assunto – mas aí o professor vai preparar a aula usando sua sugestão. 🙂

2) Se é curso personalizado e não tem pacote de horas, então eu nunca sei meu nível? O aluno não “muda de nível”?

Sim, há níveis, e certamente o aluno evolui e “muda de nível”. Baseamos nossos níveis, de maneira geral, no e nossa maior intenção com nosso trabalho é que nosso aluno evolua de maneira geral, em todas as habilidades – ou seja, trabalhamos sim para que todos os alunos “mudem de nível”; só que preferimos seguir no ritmo do aluno, e não impor um tempo para que ele termine seu curso.

3) Tem como um curso personalizado ser em grupo?

Tem sim! Desde que o grupo tenha, no máximo dos máximos, 4 alunos. Assim, o professor consegue dar atenção individualizada a cada pessoa, ainda que as aulas sejam em grupo. Claro que, em grupos, buscamos interesses gerais. Mas em grupos de até 4 alunos todos falam, participam e interagem entre si, e o professor consegue acompanhar a turma de maneira personalizada.

Cursos em pequenos grupos são ótimos para pessoas que trabalham na mesma empresa e queiram diminuir custos e ter mais pessoas para trabalhar em aula, além do professor.

Lembrando que tudo é uma questão de perfil e necessidade. Algumas pessoas gostam de estudar sozinhas, outras não. Algumas preferem um modelo de escola mais tradicional, outras preferem aulas mais focadas em seus objetivos.

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